segunda-feira, 25 de maio de 2026

Que sede. Sim, aí agora um pouco de açúcar pq a glicose deve estar baixa. Sim, agora um pouco de sal pra tirar o açúcar da boca. Ah não, salgado demais, água de novo. Tá, mas agora um pouquinho mais de doce e por último água e pronto, aí eu paro. Tá, só mais uma mordidinha e pronto...

quinta-feira, 21 de maio de 2026

pirigótica

"- você tá arrasadora de corações e de paus. Vou render minha espada e te entregar meu ouro"

unaware I'm tearing you asunder

(If I only could
I'd make a deal with god)

sexta-feira, 20 de março de 2026

(on ressent la chanson du Destin
Effleurer la nuit dans ma peau)

entre espíritos fins e absurdos

(Nunca diga que meu corpo abriga paz; eu não tenho uma alma de fundo. Tudo morre, tudo vaga, tudo alaga, tudo nada no rio. Jamais.)

segunda-feira, 29 de dezembro de 2025

(Je vous avoue que toutes ces fêtes et tous ces feux d'artifice commencent à devenir insipides)

domingo, 28 de dezembro de 2025

(belezas são coisas acesas por dentro
tristezas são belezas apagadas pelo sofrimento)

quinta-feira, 17 de julho de 2025

Dear Wilhelm
Why do I feel like this? 
Empty, melancholic, sad and tired?
Everything else is mild but I'm so resigned...
Why,
When everyone around me is so nice and lovely?
When things are fitting and matching and resolving?
I cradle myself into the night then it's noon again
How come this is still hovering?
I watch the dew dry and little poppies are withering
But soon enough they are reborn and their unveiling is so keen
All these endeavours to catch meaning
Into dales of psychedelic waves
So much to be seen
Got a morsel, but I'm still sheer here. 

terça-feira, 17 de junho de 2025

(forse, di fronte all’abbandono, siamo tutti uguali; forse nemmeno una testa molto ordinata può reggere alla scoperta di non essere amata)

domingo, 1 de junho de 2025

Considerações intempestivas nº2 (on Cusk)

Trânsito

6: (p.149-150) Mal como produto da entrega, não da vontade. Abandono, desistência. Um dos estados da paixão. É possível resistir a ele, mas sozinha, como indivíduo. Talvez só possa ser derrubado com o sacrifício do eu - embora seja o que daria mais prazer aos inimigos. 

7: (p.151) Sensação de impotência que traz o entendimento do que as pessoas chamam de destino; viver como o ato de ler: virar as páginas (os dias), só para saber o que vem depois; pessoas como personagens; Ideia sedutora de vida já ditada, camuflando a própria capacidade de destruir (atuar); ilusão de significado que retorna, como a infância que se torna um texto explicativo e não só mais uma experiência traumática; por fim, acreditar que a realidade seria vista a partir de uma passividade absoluta - se enganar ao despertar uma outra realidade provocando uma perturbação/ ao provocar uma perturbação.